Friday, May 9, 2014
Brownies !!!!!
Olá! Passei por aqui só para vos fazer inveja com este brownie, que em breve será cortado em rectângulos e coberto com um delicioso creme. A receita só será testada no fim-de-semana, por isso podem contar com a receita brevemente!
Tuesday, April 22, 2014
Cheesecake de lima
Este será um de vários cheesecakes que tenciono colocar no blog. Já tenho na mente outras variantes que quero experimentar. É um doce fácil de fazer e muito fresco. E como o tempo quente e seco está a chegar, é uma boa alternativa para as vossas sobremesas. Esta receita é simples e saborosa, um bom começo para os inexperientes. Vão precisar de:
Ingredientes ♥
500 gr. de queijo fresco
1 pacote de natas (2dl)
9 folhas de gelatina
250 gr. de bolachas digestive
100 gr. de manteiga
7 ou 8 colheres de sopa de açúcar
0,5 dl de leite
Sumo e raspa de 2 limas
Preparação ♥
Antes de vos explicar a receita, indico-vos o link do meu bolo de natas e Oreo que tem muitas semelhanças com este cheesecake. E como é uma receita passo-a-passo, ficam a perceber a montagem do doce. Em relação ao queijo, devem comprar daqueles queijos frescos que parecem iogurte e que são muito cremosos. Não é o queijo fresco que habitualmente usamos para enfiar dentro do pão. Eu comprei fromage blanc da marca Vrai. Começam por triturar as bolachas com a manteiga. Eu uso manteiga com sal, fica um contraste agradável, e podem adicionar nozes partidas à base de bolacha, dá textura. Devo avisar que a minha receita tem menos manteiga do que aquilo que é habitual. E o mais provável é que, com as 100 gr de manteiga, vão ficar com uma base de bolacha quebradiça. É por esse motivo que eu adiciono uma pinga de leite (para não haver confusões, o leite que indiquei nos ingredientes é relativo à gelatina, que vai ser dissolvida), para dar consistência. Mas ponham pouco da cada vez, não querem que a massa fique molengona. Esta deve
ficar com uma consistência que permita estender na forma sem quebrar.,
ou seja, não pode ficar nem demasiado mole nem demasiado seca. Assim que tiver a consistência ideal, borrifam a forma com óleo (há óleo em spray), cobrem com película aderente e forram o fundo com a bolacha, calcando bem. Vejam as foto do bolo de Oreos. Levam a forma ao frigorífico para que a base comece a endurecer um pouco e passam para o creme. Com uma batedeira, batam as natas em chantilly com 6 colheres de sopa de açúcar. As natas devem ser refrescadas no frigorífico, previamente, para que engrossem mais depressa. Juntam o queijo fresco, a raspa e o sumo das limas. Eu provei o creme e adicionei mais duas colheres de açúcar mas façam-no a gosto. Colocam de molho, em água fria, as 9 folhas de gelatina (usei o formato mais pequeno, marca Gelita, pacotes de 12 folhas) até amolecerem. Retiram as folhas da água, espremem bem e dissolvam-nas no leite quente (0,5 dl). Adicionam o leite ao creme de natas e queijo e misturam bem. Por fim, deitam o creme na forma e o cheesecake fica no frigorífico até endurecer. Para desenformar o bolo, basta colocar a forma num recipiente com água
quente durante uns segundos ou o tempo necessário mas tenham cuidado
para não exagerar, senão o creme fica muito mole e os laterais do bolo
descaem. Em princípio, como barraram a forma com o óleo, nem deve ser necessário aquecer a forma com a água mas já sabem como proceder caso o cheesecake não deslize com facilidade. Eu inverti a forma e, com paciência, dei umas batidas no fundo e
puxei delicadamente a película aderente para que esta descolasse da
forma. Como o bolo fica invertido no prato, com a base de bolacha para
cima, voltei a invertê-lo para outro suporte. E, por fim, decorei com a fruta.
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Brevemente...
Olá! Estou de volta! Achei que devia passar por aqui e sossegar os meus leitores mais fiéis, que poderiam pensar que o blog tinha dado o berro. Nada disso, mas tenho andado pouco inspirada e algumas receitas que fiz precisam ainda de pequenos ajustamentos. Recentemente fiz um soufflé mas aldrabei tanto a receita que acabei por pensar que talvez o resultado tivesse ficado um pouco desvirtuado. É verdade que a receita era um pouco idiota (má escolha, eu sei) e certos passos, a meu ver, não faziam sentido. Ficou saboroso e fofinho, cresceu como suposto e abateu a meio da refeição, como eu temia. Por isso, mesmo não sendo um soufflé a 100%, tinha parentesco! A título de curiosidade, hei-de vos pôr aqui uma foto para verem como ficou e a receita será disponibilizada quando eu sentir que domino a coisa. Na imagem deste post podem ver um cheesecake que fiz para as sobrinhas. A receita coloco ainda hoje! Até logo!
Wednesday, March 26, 2014
Gnocchi com molho de tomate e coco
Aqui vos apresento o resultado dos meus gnocchis caseiros. Como não tinha ponto de referência, por nunca ter provado este tipo de massa, e depois de ter preparado os meus e congelado, comecei por ir ao supermercado e comprar gnocchis de uma marca italiana. Devo dizer que eram bastante sensaborões. O que os safou foi tudo o resto que adicionei à sua preparação. Aliás, é melhor começar a pensar nos temperos com que vou adubar a próxima dose, pois ainda me sobrou mais de meia embalagem. Foi com muita satisfação que descobri que os meus gnocchis caseiros são muito melhores! Ficaram com uma textura suave, sem ser maçuda, e eram saborosos, já que lhes adicionei alguns temperos na preparação da massa cuja receita encontram aqui. Eu usei todos os gnocchis da receita base (600gr), que dá para 3 pessoas comilonas. Esta prato é bastante fácil e rápido de fazer:
Ingredientes ♥
600 gr. de gnocchis
1 farinheira de vitela mirandesa
1 latinha de creme de coco (usei Koala, uma lata pequena de 200 gr, penso eu)
1 lata de tomate
1 lata pequena de ervilhas
1 cebola média
2 alhos
Pimenta preta, sal, pimentão vermelho, orégãos
Preparação ♥
Comecei por retirar a pele á farinheira e fazer bolinhas com o recheio, como se fossem almôndegas. Reservei. Piquei a cebola e o alho numa picadora e levei a aloirar num tacho com azeite. Enquanto cozinhava, reduzi o tomate escorrido a puré. Adicionei à cebola, temperei com os orégãos, a pimenta, o sal e o pimentão vermelho. Deixei apurar. Juntei a latinha de creme de coco e ficou a cozinhar até reduzir um bocadinho, sempre em lume brando. Entretanto, tratei dos gnocchis que foram cozidos em água. Num tacho, levei água a ferver. Deitei uma mãos cheia de gnocchis de cada vez. Ao entrarem no tacho, foram ao fundo e assim que começaram a flutuar, retirei-os para um passador de rede para que perdessem toda a água. Por fim, desliguei o lume do molho e adicionei de imediato os gnocchis e as ervilhas e envolvi bem e, em último lugar, as bolinhas de farinheira que cozeram no calor do tacho bem tapado. Espero que gostem desta receita. Em breve irei experimentar outras alternativas. Até breve!
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Tuesday, March 25, 2014
O que andamos a comer
Cheesecake com noz na base de bolacha e marmoreado de puré de manga. Como tenciono fazer outro em breve, só coloco a receita na altura, ainda tenho alguns detalhes a afinar. E o raio da foto não faz jus á qualidade do docinho. Meh...
Monday, March 24, 2014
Gnocchis de batata caseiros - Receita passo-a-passo da massa
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| 1 - A massa depois de misturada (não amassada) |
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| 2 - A massa fica ligeiramente peganhenta |
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| 3 - Rolo de massa |
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| 4 - A massa já cortada em porções |
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| 5 - As marcas típicas dos gnocchis |
- não convém adicionar demasiada farinha ou correm o risco de ficar com calhaus
- não convém adicionar pouca farinha ou correm o risco de os gnocchis "evaporarem" na água da cozedura
- A massa não pode ser amassada. Os ingredientes são envolvidos delicadamente, já que a intenção não é desenvolver o glutén da farinha, tornando a massa elástica e pesadona
- as batatas devem ser cozinhadas com um método que as impeça de absorver água, ou seja, cozidas com casca, no forno sobre uma cama de sal ou cozidas com a casca em água
Ingredientes ♥
500 gr de batatas cozidas (usei as que tinha em casa, roxas para puré)
125 gr. de farinha sem fermento
1 ovo
Sal e temperos a gosto
Preparação ♥
Para a cozedura das batatas, escolhi fazê-lo em água, com a casca. Assim que cozeram, descasquei-as ainda quentes e esmaguei-as (passe-vite ou um esmagador próprio para o efeito) de imediato, pois dizem que a massa deve ser feita com as batatas ainda quentes e eu não os quis contrariar desta vez. Juntei a farinha, o ovo batido, o sal e os temperos (pus pimenta preta e noz moscada). Com as pontas dos dedos, envolvi bem sem amassar para que os ingredientes ficassem bem misturados. Fiz uma bola (1) e reservei enquanto preparava a base para formar os gnocchis. Numa tábua enfarinhada, tirei porções de massa, que estava um pouco peganhenta (2), e enrolei-a com os dedos até formar um cilindro comprido (3). Como a base estava bem enfarinhada, a massa não se pegou minimamente. Com uma espátula ou uma faca, cortei pequenas porções, cada uma delas correspondente a um gnocchi (4). Aperfeiçoei um pouco a forma do bolinho de batata, arredondando os cantos e com um garfo fiz as suas marcas típicas (5). Antes de formarem muitos gnocchis, convém testarem primeira a massa. Eu tive sorte e os primeiros que moldei, cozeram sem problemas, não se desfizeram na água, o que significa que não tinham falta de farinha. Caso tenham algum problema, adicionem um pouquinho mais de farinha à massa e voltem a testar. No entanto, penso que se seguirem as doses que indiquei na receita, não terão problemas. Se não forem cozinhar as massas de imediato, façam como eu e congelem, fazendo camadas de gnocchis lado a lado, separadas por folhas de papel vegetal. Não precisam descongelar os gnocchis antes de os colocar na água a ferver. É fácil saber quando estão cozidos. Quando os colocam na panela ou tacho, estes vão ao fundo e flutuam quando cozidos. Num post futuro irei colocar o resultado final dos meus gnocchis, já cozinhados, com um molho catita. Fiquem atentos!
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Friday, March 21, 2014
Pompeu dos Frangos - Anadia 8/10
Em Anadia, descobri um novo restaurante chamado "Pompeu dos frangos". Lugar sobejamente conhecido pelo meu companheirinho de mesa, que há largos anos não atestava o estômago em tal paragem. As memórias eram muito positivas, daí que este regresso iria testar se o passar dos anos tinham feito mossa neste restaurante. A escolha do menu ficou a cargo do Mr. Fofo e ficou decidido que era obrigatório comermos o franguinho no churrasco, especialidade da casa. E quando digo franguinho, é para o entenderem literalmente. É um frango muito pequerrucho, como podem constatar pela foto. Digamos, que para encher o estômago, devem ser necessários dois por pessoa. Mas como pedimos também uma costeleta de novilho grelhada, ficámos por uma dose única. A costeleta, de vitela, estava bem grelhada em carvão, e ainda rosada por dentro. Tenra e saborosa, foi comida com vontade. O franguinho, também ele confeccionado nas brasas, era saboroso, bem coradinho sem estar demasiado cozinhado. Aprovadíssimo! De grelhados eles percebem certamente! A acompanhar ambos os pratos veio para a mesa boa salada, bem temperada, e batatas fritas caseiras. Para adoçar a boca comemos natas do céu acompanhadas de uma fatia de queijinho da Serra. Um final perfeito para uma boa refeição. Quanto à bebida, experimentem o vinho frisante da casa, bem fresquinho. O serviço foi rápido e correcto, sem nada a apontar. Nota positiva para o edifício do restaurante, uma antiga mala-posta com azulejos nas paredes, alusivas ao tema. Aconselhamos portanto uma visita ao "Pompeu dos frangos", em Anadia.
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