Cheesecake com noz na base de bolacha e marmoreado de puré de manga. Como tenciono fazer outro em breve, só coloco a receita na altura, ainda tenho alguns detalhes a afinar. E o raio da foto não faz jus á qualidade do docinho. Meh...
Tuesday, March 25, 2014
O que andamos a comer
Cheesecake com noz na base de bolacha e marmoreado de puré de manga. Como tenciono fazer outro em breve, só coloco a receita na altura, ainda tenho alguns detalhes a afinar. E o raio da foto não faz jus á qualidade do docinho. Meh...
Monday, March 24, 2014
Gnocchis de batata caseiros - Receita passo-a-passo da massa
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| 1 - A massa depois de misturada (não amassada) |
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| 2 - A massa fica ligeiramente peganhenta |
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| 3 - Rolo de massa |
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| 4 - A massa já cortada em porções |
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| 5 - As marcas típicas dos gnocchis |
- não convém adicionar demasiada farinha ou correm o risco de ficar com calhaus
- não convém adicionar pouca farinha ou correm o risco de os gnocchis "evaporarem" na água da cozedura
- A massa não pode ser amassada. Os ingredientes são envolvidos delicadamente, já que a intenção não é desenvolver o glutén da farinha, tornando a massa elástica e pesadona
- as batatas devem ser cozinhadas com um método que as impeça de absorver água, ou seja, cozidas com casca, no forno sobre uma cama de sal ou cozidas com a casca em água
Ingredientes ♥
500 gr de batatas cozidas (usei as que tinha em casa, roxas para puré)
125 gr. de farinha sem fermento
1 ovo
Sal e temperos a gosto
Preparação ♥
Para a cozedura das batatas, escolhi fazê-lo em água, com a casca. Assim que cozeram, descasquei-as ainda quentes e esmaguei-as (passe-vite ou um esmagador próprio para o efeito) de imediato, pois dizem que a massa deve ser feita com as batatas ainda quentes e eu não os quis contrariar desta vez. Juntei a farinha, o ovo batido, o sal e os temperos (pus pimenta preta e noz moscada). Com as pontas dos dedos, envolvi bem sem amassar para que os ingredientes ficassem bem misturados. Fiz uma bola (1) e reservei enquanto preparava a base para formar os gnocchis. Numa tábua enfarinhada, tirei porções de massa, que estava um pouco peganhenta (2), e enrolei-a com os dedos até formar um cilindro comprido (3). Como a base estava bem enfarinhada, a massa não se pegou minimamente. Com uma espátula ou uma faca, cortei pequenas porções, cada uma delas correspondente a um gnocchi (4). Aperfeiçoei um pouco a forma do bolinho de batata, arredondando os cantos e com um garfo fiz as suas marcas típicas (5). Antes de formarem muitos gnocchis, convém testarem primeira a massa. Eu tive sorte e os primeiros que moldei, cozeram sem problemas, não se desfizeram na água, o que significa que não tinham falta de farinha. Caso tenham algum problema, adicionem um pouquinho mais de farinha à massa e voltem a testar. No entanto, penso que se seguirem as doses que indiquei na receita, não terão problemas. Se não forem cozinhar as massas de imediato, façam como eu e congelem, fazendo camadas de gnocchis lado a lado, separadas por folhas de papel vegetal. Não precisam descongelar os gnocchis antes de os colocar na água a ferver. É fácil saber quando estão cozidos. Quando os colocam na panela ou tacho, estes vão ao fundo e flutuam quando cozidos. Num post futuro irei colocar o resultado final dos meus gnocchis, já cozinhados, com um molho catita. Fiquem atentos!
Friday, March 21, 2014
Pompeu dos Frangos - Anadia 8/10
Em Anadia, descobri um novo restaurante chamado "Pompeu dos frangos". Lugar sobejamente conhecido pelo meu companheirinho de mesa, que há largos anos não atestava o estômago em tal paragem. As memórias eram muito positivas, daí que este regresso iria testar se o passar dos anos tinham feito mossa neste restaurante. A escolha do menu ficou a cargo do Mr. Fofo e ficou decidido que era obrigatório comermos o franguinho no churrasco, especialidade da casa. E quando digo franguinho, é para o entenderem literalmente. É um frango muito pequerrucho, como podem constatar pela foto. Digamos, que para encher o estômago, devem ser necessários dois por pessoa. Mas como pedimos também uma costeleta de novilho grelhada, ficámos por uma dose única. A costeleta, de vitela, estava bem grelhada em carvão, e ainda rosada por dentro. Tenra e saborosa, foi comida com vontade. O franguinho, também ele confeccionado nas brasas, era saboroso, bem coradinho sem estar demasiado cozinhado. Aprovadíssimo! De grelhados eles percebem certamente! A acompanhar ambos os pratos veio para a mesa boa salada, bem temperada, e batatas fritas caseiras. Para adoçar a boca comemos natas do céu acompanhadas de uma fatia de queijinho da Serra. Um final perfeito para uma boa refeição. Quanto à bebida, experimentem o vinho frisante da casa, bem fresquinho. O serviço foi rápido e correcto, sem nada a apontar. Nota positiva para o edifício do restaurante, uma antiga mala-posta com azulejos nas paredes, alusivas ao tema. Aconselhamos portanto uma visita ao "Pompeu dos frangos", em Anadia.
Wednesday, March 19, 2014
O que andamos a comer
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| Salteado de ervilhas tortas com chouriço de vitela mirandesa | o |
Gnocchi caseiros
Gnocchi de batata caseiros, a minha primeira tentativa. Brevemente coloco no blog, caso a experiência corra bem. Como nunca comi gnocchis, não tenho ponto de comparação. Só sei aquilo que li na internet, que devem ficar leves e fofos depois de cozidos. E não tenho a certeza de que valha a pena comprar gnocchis de supermercado, de forma a ser mais fácil perceber se os meus ficaram bem confeccionados. Logo vos direi! Até breve!
Friday, February 28, 2014
Tagliatelle integral com camarão e bacalhau
Apresento-vos o resultado da minha massa integral, desta vez em forma de tagliatelle. A diferença de sabor em relação às massas de compra foi notória. Não só pelo uso de uma farinha integral, mais apaladada, mas pela própria textura que dava para sentir o cereal. Nesta receita usei cogumelos, camarão, bacalhau e couve romanesca. E o que é couve romanesca, perguntam vocês? É da família da couve flor e dos bróculos.O sabor é parecido com o da couve flor mas mais suave e delicado. O que me atraíu foi mesmo o aspecto, é pontiaguda, quase estranha e tem um verde muito bonito. A preparação da massa é muito simples, não vos dou medidas exactas, não é necessário.
Ingredientes ♥
Massa tagliatelle
1 posta de bacalhau
10 camarões
Cogumelos marron
Couve romanesca
2 dl pacote de natas
Alho, cebola
Pimenta preta
Preparação ♥
Cozi a posta de bacalhau e os camarões na mesma água e assim que estavam prontos, retirei-os para um prato e deixei a água ao lume para reduzir (fiquei com aproximadamente 1 dl). A esta água adicionei 3 folhas de lima. Num tacho, fervi a couve romanesca mas tive o cuidado de a deixar rijinha. Cortei os cogumelos em rodelas e refoguei-os em azeite até perderem a água. Assim que estavam no ponto, adicionei alhos picados, cebola em cubinhos, acrescentei um pouco de azeite e deixei apurar. Adicionei as natas que cozinharam até engrossar um pouco, juntei a água de cozedura do peixe, os camarões o bacalhau e os temperos e deixei aquecer bem. No fim, já com a massa cozida em água e sal, juntei esta ao molho e envolvi muito bem. Espero que gostem!
Wednesday, February 26, 2014
Duna do Meio - Aveiro 8,4/10
A cozinheira de serviço do blog teve que fazer uma breve paragem na confecção da massa azeda, já que as temperaturas frias que por aqui se fazem sentir, impediram a rápida progressão da dita cuja. Mas, como a Miss Sara tem um grande espírito de sacrifício, resolveu compensar-vos com duas críticas gastronómicas, que implicaram grande esforço físico. Um crítico gastronómico, mesmo que de algibeira, abdica da sua vaidade e formosura, submetendo-se ao ganho de inúmeros quilos, com o simples intuito de dar a conhecer, a vós leitores, a riqueza da gastronomia nacional e reconhecer os mestres cozinheiros espalhados pelo país fora. E eu, submeti-me a esta árdua tarefa! Comecemos pois, pelo restaurante "Duna do Meio", situado na bela cidade de Aveiro. Este espaço foi-me apresentado pelo meu prospector favorito e habitual companheiro de mesa, que me tinha falado de um petisco chamado feijocada de samos e línguas de bacalhau, que talvez não fosse adequado ao meu palato guloso mas sensível a determinadas texturas. Mas já lá vamos, que antes das feijocas , atacámos outros petiscos. A entrada foi ovas de pescada com cebola e salsa, temperadas com azeite. Um começo agradável, sem nada a apontar. De seguida veio para a mesa uma travessa com enguias fritas. Pequenas, sequinhas, bem fritas e já sem cabeça, comiam-se inteirinhas, espinha e tudo. Muito saborosas! A acompanhar, uma salada mista bem temperada de azeite e vinagre. Por fim, a feijocada de que vos falei. É feijoca guisada com as línguas e os samos. As línguas têm uma textura semelhante à da carne das postas de bacalhau, daquelas partes mais escurinhas e consistentes. Não tem nada de estranho, caso os leitores mais sensíveis se estejam a perguntar. Os samos, também eles de textura consistente, assemelham-se a uma gelatina mais durinha. Lembrei-me de mão de vitela enquanto os comia, mas estes são rijinhos, enquanto que a mão de vitela se desfaz na boca. Outra semelhança é o facto de o caldo do petisco se grudar aos lábios, o que suponho se deva à gordura largada pelos samos. Agora que já descrevi o manjar, posso assegurar que estava uma delícia e fiquei feliz por ter experimentado. Vale sempre a pena provar algo novo. O acompanhamento foi arroz branco, sequinho, o ideal para aproveitar o caldo alaranjado e espesso, salpicado pelo verde da salsa. Não houve espaço para a sobremesa pois ambas as doses eram generosas e, sendo a hora tardia, resolvemos conter a gula. Aconselho-vos a visitar este restaurante cujos dados estão na página Facebook que vos indiquei acima. Bom apetite!
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